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Arquivo da tag: paixões

Viver resolutamente uma vida temperante não é coisa que seduza as pessoas em sua maioria, sobretudo quando são jovens as pessoas,


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)

O prazer dos olhos é o início do amor.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 203)

As discussões acerca de sentimentos e ações são tão definidas ou indefinidas quanto os seus objetos.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 198)

Não existe nada que seja permanentemente agradável, pois nossa natureza não é simples.

(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 170)

[...] para que a escolha seja acertada deve ser verdadeiro o raciocínio e reto o desejo.

(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 129)

Efetivamente as crianças vivem a mercê dos apetites, e nelas o desejo do que é agradável é mais forte. Se não forem preparadas para ser obedientes e submissas ao principio racional, irão a grandes extremos, pois em um ser irracional o desejo do prazer é insaciável quando os apetites são numerosos e violentos, acabam destruindo a própria capacidade de raciocinar.

(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 80)

[...] pode-se sentir tanto o medo, a confiança, o apetite, a cólera, a compaixão, e de uma forma geral o prazer e o sofrimento, em excesso ou em grau insuficiente; e em ambos os casos, isso é um mal. Mas senti-los no momento certo, em relação aos objetos e às pessoas certas, e pelo motivo e da maneira certa, nisso consistem o meio-termo e a excelência característicos da virtude.

(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 48)

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