[...] pobre daquele que não pode se dar a um prazer sem pedir antes a permissão dos outros.
(Hermann Hesse. O Lobo da Estepe)
[...] pobre daquele que não pode se dar a um prazer sem pedir antes a permissão dos outros.
(Hermann Hesse. O Lobo da Estepe)
[...] o apego desesperado ao próprio eu, a desesperada ânsia de viver, são o caminho mais seguro para a morte eterna, ao passo que o saber morrer, rasgar o véu do mistério. ir procurando eternamente mutações em si mesmo, conduz à imortalidade.
(Hermann Hesse. O Lobo da Estepe)
Viver resolutamente uma vida temperante não é coisa que seduza as pessoas em sua maioria, sobretudo quando são jovens as pessoas,
(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)
[...] é preciso cultivar primeiro a alma de quem aprende, por meio de hábitos, tornando-o capaz de gostar e sentir aversão da maneira correta, analogamente a como se prepara a terra que deve nutrir a semente.
(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)
O homem comum não obedece por natureza ao sentimento de honra, mas unicamente ao medo, e não se abstém de más ações porque elas são ignóbeis, e sim por temer o castigo.
(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 234)
Ao educar os jovens, usamos os lemes do prazer e do sofrimento para o guiar.
(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 216)
Efetivamente, as coisas que temos de aprender antes de poder fazê-las, aprendemo-las fazendo; por exemplo, os homens tornam-se arquitetos construindo, e tocadores de lira tocando esse instrumento; e do mesmo modo, tornando-nos justos praticando atos justos, moderados agindo moderadamente, e igualmente com a coragem, etc.
(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 40 e 41)
Não é, portanto, nem por natureza nem contrariamente à natureza que as virtudes se geram em nós; antes devemos dizer que a natureza nos dá a capacidade de recebê-las, e tal capacidade se aperfeiçoa com o hábito.
(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág.40)