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Arquivo da tag: Aristóteles

As leis são, por assim dizer, as “obras de arte” da política.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 238)

[...] as pessoas, em sua maioria, obedecem mais à necessidade que aos argumentos.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)

Viver resolutamente uma vida temperante não é coisa que seduza as pessoas em sua maioria, sobretudo quando são jovens as pessoas,


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)

[...] é preciso cultivar primeiro a alma de quem aprende, por meio de hábitos, tornando-o capaz de gostar e sentir aversão da maneira correta, analogamente a como se prepara a terra que deve nutrir a semente.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)

O homem comum não obedece por natureza ao sentimento de honra, mas unicamente ao medo, e não se abstém de más ações porque elas são ignóbeis, e sim por temer o castigo.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 234)

A felicidade perfeita é uma atividade contemplativa. [...] O filósofo é o mais feliz dos homens.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 232)

A vida conforme à razão é divina em comparação com a vida humana. [...] procuremos agir como imortais e esforçar-nos para viver de acordo com o que há de melhor em nós.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 230)

Ao educar os jovens, usamos os lemes do prazer e do sofrimento para o guiar.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 216)

Não se pode manter com muitas pessoas a amizade que se baseia na virtude e no caráter de nossos amigos, e devemos dar-nos por felizes se encontrarmos uns poucos dessa espécie.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 213)

Ninguém desejaria ser o dono do mundo se para isso a condição fosse viver só, pois o homem é um ser político e está em sua natureza viver em sociedade.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 210)

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