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Arquivos da Categoria: humanidades

“Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente, e pelas mesmas razões.”

Eça de Queiroz.

“É uma ilusão comum acreditarmos que o que sabemos hoje é tudo o que poderemos saber sempre. Nada é mais vulnerável do que uma teoria científica…”
Carl G. Jung, O homem e seus símbolos, p.92

Ser poderosa é como ser uma dama.
Se você precisa dizer aos outros que é, então você não é.

Margaret Tatcher

Todo mundo sabe que a realidade é só uma mancha de Rorschach.


Alan W. Watts

A luta contra a morte [...] é sempre uma coisa bela, nobre, prodigiosa e digna, da mesma forma que a luta contra a guerra. Mas há de ser sempre uma quixotada sem esperanças.


(Hermann Hesse. O Lobo da Estepe)

O burguês, como um estado sempre presente da vida humana, não é outra coisa senão a tentativa de uma transigência, a tentativa de um equilibrado meio-termo entre os inumeráveis extremos e pares opostos da conduta humana.


(Hermann Hesse. O Lobo da Estepe)

[...] não se devem considerar suicidas somente aqueles que se matam.


(Hermann Hesse. O Lobo da Estepe)

A maioria dos homens não quer nadar antes que o possa fazer. Não é engraçado? Naturalmente, não querem nadar. Nasceram para andar na terra e não para a água. E, naturalmente, não querem pensar: foram criados para viver e não para pensar! Isto mesmo! E quem pensa, quem faz do pensamento sua principal atividade, pode chegar muito longe com isso, mas, sem dúvida estará confundindo a terra com a água e um dia morrerá afogado.


(Hermann Hesse. O Lobo da Estepe)

As leis são, por assim dizer, as “obras de arte” da política.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 238)

[...] as pessoas, em sua maioria, obedecem mais à necessidade que aos argumentos.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)

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