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Arquivos da Categoria: direito

As leis são, por assim dizer, as “obras de arte” da política.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 238)

[...] as pessoas, em sua maioria, obedecem mais à necessidade que aos argumentos.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)

Viver resolutamente uma vida temperante não é coisa que seduza as pessoas em sua maioria, sobretudo quando são jovens as pessoas,


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 235)

O homem comum não obedece por natureza ao sentimento de honra, mas unicamente ao medo, e não se abstém de más ações porque elas são ignóbeis, e sim por temer o castigo.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 234)

O que é mau não pode nem deve ser amado, pois ninguém tem o dever de amar o mau.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 199)

Todos os homens, ou a maioria, desejam o que é nobre mas escolhem o que traz vantagem.


(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 192)

Devemos estabelecer não só a verdade, mas também a causa do erro – pois isso contribui para convencer, pois quando se dá uma explicação razoável do motivo pelo qual o falso parece verdadeiro, isso tende a fortalecer a crença no ponto de vista verdadeiro.

(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 169)

Um homem mau causará muito mais mal que um animal irracional.

(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 158)

As pessoas que não se arrependem não podem ser curadas.

(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 158)

Se o fim é nobre, a habilidade será merecedora de louvor, mas se for mau, a habilidade será meramente astúcia.

(Aristóteles, Ética a Nicômaco, pág. 142)

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