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Pelo menos numa coisa homens e mulheres concordam: nenhum deles confia em mulheres. (H. L. Mencken, O livro dos insultos).

XLVI
Anoche soñé que oía
a Dios, gritándome: ¡ Alerta!
Luego era Dios quien dormía,
y yo gritaba: ¡ Despierta!

(XLVI
À noite sonhei que ouvia
Deus, que me gritava: Alerta!
Depois Deus adormecia
e eu gritava: Desperta!)

António Machado

vide http://ocanto.esenviseu.net/destaque/machado.htm

XXXVIII
¿ Dices que nada se crea?
Alfarero, a tus cacharros.
Haz tu copa y no te importe
si no puedes hacer barro.

(XXXVIII
Dizes que nada se cria?
Oleiro, mãos ao trabalho!
Faz teu copo e não te importe
se não podes fazer barro.)

António Machado

vide http://ocanto.esenviseu.net/destaque/machado.htm

Caminante, son tus huellas
el camino, y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante, no hay camino,
sino estelas en la mar.

(Caminhante, são teus rastos
o caminho, e nada mais;
caminhante, não há caminho,
faz-se caminho ao andar.
Ao andar faz-se o caminho,
e ao olhar-se para trás
vê-se a senda que jamais
se há-de voltar a pisar.
Caminhante, não há caminho,
somente sulcos no mar.)

vide http://ocanto.esenviseu.net/destaque/machado.htm

Eu sou eu e minha circunstância.

(José Ortega y Gasset)

Não acredito em brasileiro sem erro de concordância.
(Nelson Rodrigues)

Alterius non sit, qui suus esse potest.
(Quem pode ser aquele que que é, não deve seguir os outros)

C. G. Jung, ‘O Espírito na Arte e na Ciência’, p.3.

Nada exerce maior influência psíquica sobre o meio-ambiente da pessoa, sobretudo das crianças, do que a vida não vivida dos pais.

C. G. Jung, ‘O Espírito na Arte e na Ciência’, p.2.

[...] quanto mais contrária ao bom senso é uma coisa, tanto maior é o número dos seus admiradores, e constantemente se vê que tudo o que mais se opõe à razão é justamente o que se adota com maior avidez. Perguntar-me-eis por que? Pois já não vos disse mil vezes? É porque quase todos os homens são malucos.

Erasmo, Elogio da Loucura

Dizei-me por obséquio: um homem que odeia a si mesmo poderá, acaso, amar alguém? Um homem que discorda de si mesmo poderá, acaso, concordar com outro? Será capaz de inspirar alegria aos outros quem tem em si mesmo a aflição e o tédio?

Erasmo, Elogio da Loucura

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